null, 26 de Maio, 2019
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O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
“Fake news”, ontem e hoje
Francisco Sarsfield Cabral
Lançar notícias falsas sobre adversários políticos ou outros existe há séculos. Mas a internet deu às mentiras uma capacidade de difusão nunca antes vista.  Divulgar no espaço público notícias falsas (“fake news”) é hoje um problema que, com razão, preocupa muita gente. Mas não se pode considerar que este seja um problema novo. Claro que a internet e as redes sociais proporcionam...
A celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa  constitui o pretexto e o convite para uma reflexão que não nos exclui. Com os jornais em contínua degradação de vendas em banca, obrigando  já a soluções extremas  - como se verificou com o centenário  “Diário de Noticias”, que passou a ser semanário, embora sem inverter o plano inclinado -,  a apatia...
A Google trouxe a Lisboa Mark Howe, um veterano da publicidade no Reino Unido. Actualmente responsável da Google pela relação com as agências de meios na Europa, Mark Howe contou uma história que mostra bem a importância de as marcas comunicarem de forma continuada – mesmo que o objectivo não seja as vendas imediatamente. A situação passou-se no Reino Unido e nos EUA durante a II Grande Guerra. Por iniciativa dos governos foi...
Breves
“Le Monde” lança nova aplicação
Le Monde vai disponibilizar uma nova aplicação de entretenimento e de cultura geral. O novo serviço para smartphonetablet e computador, é baseado nos seus arquivos, que têm masi de 75 anos. O Mémorable, permitirá aos leitores aprofundar conhecimentos e estimular a memória. “A nossa ambição é a de ter serviços cada vez mais inovadores e que respondam aos interesse de um novo publico”, refere Jérôme Fenogli, o director do Le Monde, que espera desta forma fazer crescer o seu número de assinaturas digitais.
"Objectiva Europa"

Nuno Pinto Fernandes, fotojornalista freelancer e professor de fotojornalismo, é o vencedor do 1º concurso de fotografia “Objetiva Europa”, uma organização do Sindicato dos Jornalistas, em colaboração com o Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal. O objectivo deste prémio é sublinhar os valores da União Europeia, em ano de Eleições. O júri considerou que a foto vencedora – “O fim da linha em Calais” – representa um grito de socorro ao que de melhor a Europa pode oferecer: os valores do humanismo e da solidariedade. O prémio será entregue no dia 5 de Junho, às 12h00, na sede do Sindicato dos Jornalistas, em Lisboa.

"WhatsApp" reconhece falha

O Financial Times divulgou recentemente a existência de uma falha no WhatsApp. A vulnerabilidade detectada permite aceder ao conteúdos do telemóvel e instalar um spyware, um software espião. Desta forma, os hackers podem entrar no telefone e efectuar chamadas através do WhatsApp. Desconhece-se o numero de utilizadores afectados pela falha, mas o Facebook já recomendou aos 1.500 milhões de utilizadores da app que a actualizem, instalando a sua última versão.

"Elas ao Volante" está de volta

O projecto Elas ao Volante, desenvolvido pela Delas e pela Motor24, para a Mercedes Benz Portugal, está de volta com “novas rubricas, novos temas e novas convidadas”. O projecto, que está a ser renovado, apresenta novos conteúdos que pretendem “abordar temáticas relevantes, dar dicas e conhecer um pouco mais sobre o lado feminino na arte da condução e da manutenção do automóvel”. Os conteúdos são produzidos “sempre a pensar numa perspectiva feminina, nos gostos das mulheres portuguesas e no que querem verdadeiramente saber sobre o mundo automóvel”.

Rede mundial de fact-checkers

Combater a disseminação de fake news é o objectivo de uma rede mundial de fact-checkers independentes, da qual o jornal online Observador fará parte. O programa respeita um total de 22 parceiros de fact-cheking, entre eles, o jornal brasileiro Estado de S. Paulo, o grego Ellinika Hoaxes, o FactCheckNI da Irlanda do Norte, o croata Faktograf ou o italiano Lavoce.info. É a primeira vez que o Observador faz parte deste clube.

Agenda
27
Mai
DW Global Media Forum
09:00 @ Bona, Alemanha
02
Jun
"The Children’s Media Conference"
11:00 @ Sheffield, Reino Unido
14
Jun
14
Jun
21
Jun
Social Media Day: Halifax
09:00 @ Halifax, Nova Escócia, Canadá
Connosco
Galeria

Foram designados os vencedores do European Press Prize, que contempla, desde 2013, os melhores trabalhos do jornalismo europeu, como uma espécie de equivalente europeu do famoso Prémio Pulitzer nos EUA. A cerimónia de atribuição, realizada na sede do diário Gazeta Wyborcza, em Varsóvia, nomeou cinco meios de comunicação e a rede de jornalistas  Forbidden Stories, que prossegue e procura concluir as reportagens de investigação de profissionais que deram a vida por elas.

Os jornais onde foram publicados os trabalhos premiados são a Der Spiegel, o El País Semanal e o Süddeutsche Zeitung Magazin, The Guardian e o site de jornalismo de investigação Bellingcat, no Reino Unido. O júri, que examinou centenas de trabalhos vindos de toda a Europa, era constituído po Sir Harold Evans, da Reuters, Sylvie Kauffmann, de Le Monde, Jorgen Ejbol, do Jyllands-Posten, Yevgenia Albats, de The New Times, e Alexandra Föderl-Schmidt, do Süddeutsche Zeitung.

Galeria

O jornalismo “já não é mais o que era antigamente, e as pessoas e as sociedades relacionam-se hoje de forma distinta, muitas vezes abrindo mão do jornalismo para isso”. Em consequência, o jornalismo “está numa crise diferente de todas as que já teve: não é só financeira, mas política, ética, de credibilidade, de governança”.

“Mas é importante ter em mente que não se pode resolver um problema tão complexo assim com uma bala de prata, com uma tacada perfeita. A crise afecta profissionais, públicos e organizações de forma distinta, inclusive porque tem escalas distintas. Um pequeno jornal do interior é afectado pela crise de um modo e não pode responder a ela como um New York Times. A crise é frenética, dinâmica e complexa. Enfrentá-la é urgente.”

Esta reflexão é de Rogério Christofoletti , docente de jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina, que sintetiza o seu pensamento sobre esta matéria num livro acabado de lançar  - “A crise do jornalismo tem solução?” -  e responde a uma entrevista no Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.

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Portugal está confrontado com uma situação demográfica de “duplo envelhecimento, na base e no topo”, que é “motivo de grande preocupação”. Temos uma taxa de natalidade das mais baixas na União Europeia, com pouco mais de oito crianças por cada mil habitantes, e um milhão de portugueses com 75 e mais anos, “dos quais 330 mil têm 85 e mais anos”.

Foi por este lado, da população existente e prevista, que o orador convidado do ciclo "Portugal: que País vai a votos?", o médico Francisco George, especialista em Saúde Pública e actual presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, iniciou a sua palestra, no ciclo promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário.

Este “crescimento negativo”, em que temos, todos os anos, mais óbitos do que nascimentos, contrasta com “a elevada posição que ocupamos, em Saúde materno-infantil, na protecção da mãe e da criança, que é muito superior à que ocupamos na Economia”, num lugar cimeiro “entre os três primeiros países da Europa”.

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Um dos procedimentos mais vulgares, na intoxicação que se pratica nas redes sociais, é o de reproduzir imagens, ou mesmo texto de notícia, de factos ocorridos há mais tempo, sem indicação de data. O leitor desprevenido pode indignar-se, ou ser enganado, por citações tiradas da "hemeroteca" da Internet como se fossem notícias actuais.

Para contrariar este aproveitamento incorrecto, o diário britânico The Guardian passou a incluir a data das suas notícias em lugar bem visível, quando os conteúdos são reproduzidos pelas redes sociais. A história do exemplo concreto que levou a esta medida é contada em artigo publicado na Columbia Journalism Review.

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O despedimento de dois jornalistas da editoria de Política do jornal russo Kommersant, imposta pelo seu actual proprietário, causou a pronta demissão voluntária dos outros onze profissionais da mesma secção e uma carta de protesto de 120 trabalhadores, que denuncia a medida tomada como “uma manifestação aberta de pressão sobre a liberdade de expressão”. O dirigente político de oposição Dmitri Goudkov declarou que se trata de “uma violação directa da nossa Constituição, que proibe a censura”.

Segundo Le Monde, que aqui citamos, os dois jornalistas despedidos, Ivan Safronov e Maxime Ivanov, “tinham ousado escrever sobre os jogos de poder nos bastidores do Kremlin”, nas páginas do Kommersant, o que provocou a ira do seu proprietário, o oligarca Alicher Ousmanov, “considerado próximo do poder”. Mas este gesto desencadeou “uma surpreendente cadeia de solidariedade na redacção”.

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A classificação de “transparência” recentemente aplicada pelo YouTube foi contestada pelo ramo francês da Russia Today, que denuncia um procedimento de “dois pesos e duas medidas”. Desde 17 de Maio, determinados vídeos divulgados por aquela plataforma digital passaram a ser etiquetados com uma pequena frase que indica se são provenientes de uma fonte de “serviço público” ou financiados “por um governo estrangeiro”.

A nuance entre estas duas expressões é criticada pela RT France (ex-Russia Today), que está a ser designada como “financiada inteira ou parcialmente pelo governo russo”  - enquanto o mesmo não sucede, por exemplo, relativamente à BBC News ou à France 24.

Xenia Fedorova, presidente da RT France, afirma que a estação “nunca escondeu a sua fonte de financiamento” e deplora que as outras duas, uma subvencionada pelo Reino Unido, e a outra pela França, sejam etiquetadas como “serviços públicos” em vez de, também, “financiadas por um governo”.

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Vai fazer 50 anos, no dia 20 de Julho, a primeira descida de uma nave com tripulação humana sobre a superfície da Lua. Seis horas depois da alunagem, já a 21, o comandante Neil Armstrong foi o primiro homem a pisar o solo do nosso satélite. O sucesso da missão Apollo 11, e das outras cinco missões lunares que a seguiram, teve um enorme impacto sobre a Humanidade.

“Do ponto de vista mediático, o colossal interesse público que o voo da Apollo 11 suscitou  — estima-se que um em cada seis habitantes do planeta assistiu pela TV ao momento em que Neil Armstrong desceu lentamente pela escada do módulo lunar até pousar os pés na superfície do satélite —  consolidou um público ávido por acompanhar a exploração do espaço.”

Cinquenta anos depois, as perspectivas de colonização do Sistema Solar continuam distantes, e a cobertura de astronomia e exploração espacial teve de mudar muito. “Mas, para quem tem o coração nas estrelas, continua sendo uma actividade apaixonante.”

A reflexão é de Pablo Nogueira, jornalista e editor da Scientific American Brasil, membro da Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência. No Observatório da Imprensa, com o qual mantemos um acordo de parceria.

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O diário venezuelano Panorama, fundado em 1914 no estado de Zulia, publicou a sua última edição impressa no dia 14 de Maio, por ficar sem papel. No seu editorial deste dia, explica que, além da dificuldade em encontrar divisas estrangeiras para comprar materiais de impressão, sofreu com a crise económica, com aumentos salariais impostos pelo governo e queda na receita da publicidade.

Este é o 67º jornal a encerrar a sua edição impressa (de modo temporário ou permanente) na Venezuela, entre 2013 e 2019, segundo o IPYS, o Sindicato dos Trabalhadores da Imprensa.
O Panorama, que conta ter publicado 35.548 edições ao longo da sua história, afirma que vai agora concentrar-se nos seus produtos digitais e contas nas redes sociais, como muitos outros jornais no país.

O que há de novo

A Comissão da Carteira Profissional de Jornalista declara, na sequência de pedidos de informação que lhe foram dirigidos, ter conhecimento da “pressão a que muitos jornalistas, com carteira profissional, estão a ser sujeitos a produzir conteúdos patrocinados na forma de notícias, reportagens, entrevistas e outros géneros jornalísticos”.

Em comunicado intitulado “Recomendação sobre conteúdos patrocinados”, a CCPJ esclarece que o “jornalismo patrocinado” é expressamente proibido pelo Estatuto do Jornalista e que o jornalista que participe na sua concepção ou apresentação incorre  numa contraordenação “punível com coima”, podendo ainda ser objecto de “interdição do exercício da profissão por um período máximo de 12 meses, tendo em conta a sua gravidade e a culpa do agente”.

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A Rádio Observador, que estava prometida para a festa do quinto aniversário do referido jornal online, realizada a 22 de Maio, não foi ainda apresentada em funcionamento. Segundo uma pequena notícia na edição do dia seguinte, inserida no contexto da entrevista com o Presidente, “vai começar a emitir em breve e promete complementar o melhor do Observador num novo meio de comunicação”.

O ponto alto da festa foi a presença e intervenção do Presidente da República, que respondeu a perguntas dos leitores premium do jornal, seleccionadas internamente e colocadas a Marcelo Rebelo de Sousa pelo publisher do Observador, José Manuel Fernandes.

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Centenas de robots informáticos foram usados para manipular a votação final do concurso “A Voz Kids”, na Rússia, para dar o primeiro lugar à neta de um oligarca. A prova, em que jovens talentosos competem por um lugar na equipa de cada membro do júri, geralmente artistas conhecidos, foi viciada por milhares de chamadas telefónicas e mensagens SMS enviadas em apoio de uma menina de dez anos, filha de uma estrela pop e neta de um oligarca. O Canal 1, que exibe o concurso, teve de anular os resultados.

Uma série de eliminatórias vai reduzindo o número das crianças concorrentes, desde uma primeira em que o júri, de costas, não vê mas escuta a voz de quem canta, até uma final em que é o público a escolher entre as chegaram a esse ponto. Desta vez foram robots.

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Os seis anos de mandato presidencial de Peña Nieto, no México, foram caracterizados “pela impunidade da violência contra as mulheres jornalistas, que é quotidiana e estrutural”. Durante este período, de 2012 a 2018, a Cimac – Comunicación e Información de la Mujer registou 448 agressões de todo o tipo, incluindo onze assassínios. “Foi o sexénio mais violento, com maior número geral de jornalistas assassinados”  - afirmou Lucía Lagunes, directora daquela organização de direitos civis.

Os autores foram “agentes do Estado”  - governadores, militantes de partidos, polícia e militares, e a procuradoria criada para investigar estes crimes contra jornalistas teve um “resultado zero: nenhuma detenção, nenhuma investigação; esta procuradoria consente que as agressões se repitam”  - acrescentou.

Esta informação foi divulgada na apresentação do mais recente relatório da Cimac, em sessão organizada pela Cátedra Unesco de Comunicação da Universidade de Málaga, com o apoio da Asociación de la Prensa de Madrid, com a qual mantemos um acordo de parceria.
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O Grupo Media Capital registou prejuízos de 1,38 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, que comparam com os lucros de 1,9 milhões no período homólogo de 2018. Nesta informação, divulgada através da CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o Grupo declara que “estes resultados estão em linha com o orçamentado para o primeiro trimestre” (com menor impacto no ano, por força da sazonalidade), sendo de perspectivar que, no final do ano corrente, “a performance do grupo esteja em linha com a verificada em anos anteriores”.

“Os montantes investidos neste período foram superiores ao verificado em anos anteriores, e não são referência para o futuro. Acreditamos que terão um impacto positivo nos resultados do ano e na grelha da televisão já a partir de Maio”  - explicou Rosa Cullel, CEO da Media Capital.

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Uma jornalista afegã foi morta a tiro em Kabul, na rua, enquanto aguardava o carro que a levaria ao Wolesi Joriga, a câmara baixa do Parlamento do Afeganistão, onde trabalhava como conselheira cultural. Mina Mangal, muito conhecida como apresentadora de televisão, era “uma notória defensora da educação feminina e uma combatente activa contra a prática de casamentos forçados”.

Segundo testemunhas citadas pela RadioFreeEurope, dois homens aproximaram-se numa mota, dispararam para o ar, para dispersarem os circunstantes, e abateram-na com tiros no peito.

“A polícia de Kabul ainda não tem suspeitos, nem revela se há motivações terroristas no assassinato, que não foi reivindicado.”

Também no vizinho Paquistão, o assassínio do jornalista Malik Amanullah Khan, morto há pouco de mais de uma semana da mesma forma, continua sem avanço no inquérito oficial nem quaisquer suspeitos conhecidos  - segundo os Repórteres sem Fronteiras.

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Um financiamento global de 150 mil euros, volta a ser destinado pela Fundação Calouste Gulbenkian para apoio de Bolsas de Investigação Jornalística. As candidaturas podem ser apresentadas a partir do próximo dia 1 de Junho.

Recorde-se que, tal como na primeira edição o objectivo desta Bolsa será reparti-lo por 10 projectos de investigação jornalística.

A propósito, Isabel Mota, presidente daquela Fundação disse que “o jornalismo de qualidade é vital para uma sociedade democrática esclarecida pelo que acreditamos neste projecto e vamos dar-lhe continuidade este ano”, sublinhando que “o apoio ao jornalismo de investigação nos beneficia a todos” e que “uma sociedade mais informada poderá construir um futuro melhor”.

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Uma caricatura de Bashar al-Assad, realizada por um casal de cartoonistas espanhóis, venceu o Grande Prémio, na categoria Desenho, da 14ª edição do World Press Cartoon. O trabalho de Javier Carbajo e Sara Rojo fora publicado, em Abril de 2018, no jornal ABC, em Espanha.

É também de um espanhol, e na mesma categoria de Desenho, o segundo prémio, sobre Angela Merkel, criado por Joaquín Aldeguer e publicado na revista El Jueves. O terceiro prémio foi para “Martin Luther King”, do cartoonista brasileiro Cau Gomez, publicado em Le Monde Diplomatique.

Segundo o cartoonista português António, director do certame  -  cujos trabalhos estão expostos no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha -  as obras premiadas reflectem "a grande qualidade dos desenhos avaliados e a confluência das opiniões dos cinco elementos do júri" que nesta edição escolheram "trabalhos com uma carga dramática menos evidente que nas duas edições anteriores".

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