Sexta-feira, 16 de Novembro, 2018
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O Clube

Foi em Novembro de 2015 que o Clube Português de Imprensa criou este site, consagrado à informação das suas actividades e à divulgação da actualidade relacionada com o que está a acontecer, em Portugal e no mundo, ao jornalismo e aos   jornalistas.

Temos dedicado , também, um espaço significativo às grandes questões em debate sobre a evolução do espaço mediático, designadamente,  em termos éticos e deontológicos,  a par da  transformação das redes sociais em fontes primárias de informação, sobretudo  por parte das camadas mais jovens.


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Opinião
O jornalismo estará a render-se à subjetividade, rainha e senhora de certas redes sociais. As ‘fake news’ e o futuro dos media foram dos temas mais falados na edição de 2018, da Web Summit. Usadas como arma de arremesso político e de intoxicação, as notícias falsas são uma praga. Invadem o espaço público, distorcem os factos, desviam a atenção, comprometem a reflexão. E pelo caminho...
As notícias falsas e a internet
Francisco Sarsfield Cabral
As redes sociais são, hoje, a principal fonte de informação, se não mesmo a única, para imensa gente. O combate às “fake news” tem que ser feito, não pela censura, mas pela consciencialização dos utilizadores da net. Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil graças à utilização maciça das redes sociais. A maioria dos jornais brasileiros de referência não o apoiou, o...
1.Segundo um estudo da Marktest sobre a utilização que os portugueses fazem das redes sociais 65.9% dos inquiridos referem o Facebook, 16.4% indicam o Instagram, 8.3% oWhatsApp, 4% o Youtube e 5.4% outras redes. O estudo sublinha que esta predominância do Facebook não é transversal a toda a população: “Entre os jovens utilizadores de redes sociais, os resultados de 2018 mostram uma inversão das redes visitadas com mais...
Há cerca de um ano, António Barreto  costumava assinar uma assertiva coluna de opinião no Diário de Noticias, entretanto desaparecida como outras, sem deixar rasto. Numa delas,  reconhecia ser “simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão” . E comentava, a propósito,  que  “a vulgaridade é sinal de verdade. A...
Breves
Google contra pirataria

A Google divulgou o seu relatório How Google Fights Piracy 2018, onde explica as medidas que tomou para combater a pirataria. Utilizando uma ferramenta que denuncia os infractores de direitos de autor, a empresa eliminou 3 milhões de URL’s do seu motor de busca, tendo também retirado da plataforma 10 milhões de anúncios que não respeitaram esses direitos. Graças a estas medidas, a Google afirma que a pirataria “diminuiu” em todo o mundo. A empresa reiterou, ainda, o seu compromisso em reduzir as infracções.

SJ integra Rede Lusófona

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) integra, desde 14 de Novembro, a Rede Lusófona pela Qualidade da Informação.

Segundo noticia publicada no site do SJ “a rede constituída a partir da Universidade de Coimbra é um procjeto que visa criar uma parceria que reúna representantes da academia, do jornalismo e da sociedade civil, sendo um dos objectivos a criação de um observatório para produzir e partilhar conhecimento sobre a qualidade da informação, contribuindo, dessa forma, para o desenvolvimento social de uma literacia mediática”.A mesma noticia refere que “na base estão a mundividência partilhada pela língua comum e a interculturalidade que resulta da pluralidade de histórias e geografias de cada povo que fala português”,

Jornalista do “Monde” premiada

A jornalista do Le Monde, Elise Vincent, foi distinguida em Istambul com o Prémio Albert-Londres para a imprensa escrita, com base em seis trabalhos assinados entre Junho de 2017 e Junho de 2018, designadamente, por um deles, intitulado «le djihad derrière les barreaux ». Elise recebeu o galardão das mãos do laureado anterior, Samuel Forey. O júri saudou ainda o rigor profissional da galardoada.

Prémio “True Story Award”

O prémio True Story Award , o primeiro prémio de jornalismo à escala global, destina-se a jornalistas que se expressam nas 12 línguas mais faladas do mundo. O objetivo é, segundo a fundação independente que organiza este prémio, "levar as vozes dos repórteres para lá das fronteiras dos seus países e, deste modo, aumentar a diversidade de perspetivas proporcionadas pelos media". O júri é composto por 50 elementos de 29 países, e vai escolher 42 melhores textos do ano, do qual sairá um vencedor, que vai receber 26 mil euros. O prazo para entrega de trabalhos termina à meia-noite (hora da Europa Central) do dia 10 de janeiro de 2019.

Forbes Portugal dedicada a mulheres

A edição de Novembro da revista Forbes portuguesa divulga uma lista das 20 mulheres mais poderosas dos negócios em Portugal.  A publicação refere que estas mulheres “são líderes que moldam projectos à sua imagem, que deixam marca sem pedir licença, que gerem com brilhantismo milhões de euros e centenas de pessoas”. Encabeçada por Maria Ramos, economista luso-sul-africana que desde 2009 lidera o ABSA Bank, seguida por Paula Amorim, presidente da Amorim Investimentos e Participações, e por Cláudia Azevedo, presidente-executiva da Sonae, a lista conta ainda com nomes como Isabel Vaz, que lidera a Luz Saúde, ou de Isabel Mota, a primeira mulher a liderar a Fundação Gulbenkian.

Connosco
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Cada história é uma vida, e algumas delas são muito especiais. “Alberto Dines foi autor e protagonista de uma dessas trajectórias incomuns: um intelectual visceral, que usou a sua inteligência e lucidez não para disputar uma partida, mas para mudar o jogo.” Sob o título “Uma vida sem ponto final”, um dos seus numerosos discípulos, Bruno Thys, evoca com a saudade de uma relação muito pessoal o percurso e obra de Alberto Dines, falecido em São Paulo em Maio deste ano.

O autor do texto que citamos valoriza uma parte da biografia menos mencionada de Alberto Dines, a que o coloca numa linhagem de judeus emigrados de uma Europa em várias convulsões:

“Dines tornou-se uma das mais cintilantes estrelas de sua geração, a primeira de judeus nascidos no Brasil. (...) Da geração de seus pais, herdou a cultura ancestral. Dines tinha sólida formação humanística e as suas raízes remontam à Haskalá, o iluminismo judaico que floresceu na Europa Ocidental nos séculos XVIII e XIX. Este movimento pregava a interacção da sabedoria judaica com a cultura europeia e produziu nomes como Einstein, Freud, Herzel e Stefan Zweig, o grande biógrafo austríaco, que, muitos anos depois, seria biografado por Dines.”

No Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.

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É como se meio mundo seguisse regularmente os últimos tweets de Trump  -  porque os media os citam, comentam e ajudam, inadvertidamente, a espalhá-los ainda mais. O tempo em que as redes sociais só eram tratadas como fonte legítima se os jornalistas não tivessem outro acesso a acontecimentos como desastres, ou guerras civis, já passou. Agora tornaram-se parte da construção do jornalismo moderno.

Para ver até que ponto chega a utilização, pelos jornalistas, do Facebook ou do Twitter, o Observatório Europeu do Jornalismo investigou o material publicado por três grandes jornais de referência, o alemão Süddeutsche Zeitung, o britânico The Guardian e The New York Times, nos EUA. O estudo utilizou métodos computorizados, bem como análise manual, sobre um total de cerca de três milhões de artigos publicados entre 2004 e 2016.

Estudos anteriores sugeriam que o recurso às redes sociais tinha “estagnado em termos quantitativos”  - o que até era verdade, mas esse efeito de nivelamento da curva ascendente acabou. Como revela o estudo agora apresentado, “o número de citações das redes sociais aumentou visivelmente nos anos mais recentes”.

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O Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário juntam-se, novamente,para promover um novo ciclo de jantares-debate, desta vez subordinado ao tema “Portugal: que País vai a votos?

Será orador convidado, no próximo dia 22 de Novembro, Eduardo Marçal Grilo, antigo ministro da Educação e administrador da Fundação Gulbenkian, que tem dedicado à problemática do ensino e às causas da cultura e da ciência o essencial da sua actividade de intelectual, de homem político e enquanto docente.

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Jornalistas e investigadores dos países de língua oficial portuguesa debateram na Universidade de Coimbra, durante dois dias, as questões de Ética e Deontologia do Jornalismo no Espaço Lusófono  - tema do V Congresso Internacional de Comunicação, Jornalismo e Espaço Público. O presidente da Comissão organizadora, Carlos Camponez  - jornalista e docente de Comunicação e Informação na Faculdade de Letras da mesma Universidade -  afirmou que, na actual situação do mundo, “o jornalismo, os media e as universidades têm de estar na primeira linha de combate”.

Este Congresso teve como último acto o lançamento da Rede Lusófona de Qualidade da Informação, que vai reunir académicos e representantes de entidades profissionais do jornalismo dos nove países falantes de Português. “Nos próximos anos, a rede vai realizar pesquisas internacionais, promover debates na categoria jornalística e desenvolver esforços para a educação crítica dos meios de comunicação.”

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Jornalistas queimados em efígie, insultados e ameaçados, desacreditados pelos dirigentes dos seus próprios países. Processados, assaltados, alvo de ameaças de violação ou de morte, e em vários casos efectivamente assassinados. É este, hoje, o ambiente em que trabalham muitos jornalistas na Europa.

A organização Index on Censorship, com o apoio da Federação Europeia de Jornalistas, reuniu no relatório Mapping Media Freedom mais de três mil episódios de situações deste tipo, registadas desde Maio de 2004. A informação recolhida apresenta os jornalistas e os media onde trabalham como alvos de dirigentes políticos, empresas e mesmo o público em geral  -  mas algumas tendências principais são destacadas e apontadas neste trabalho. O objectivo é fornecer indicações úteis aos legisladores e a quantos desejem continuar a defender o ambiente favorável a uma Imprensa independente e pluralista.

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As crianças espanholas entre os seis e os treze anos já crescem com acesso à tecnologia digital e estão a usar a Internet “para quase tudo”: 89% vêem vídeos, e mais de 40% programas de televisão, em dispositivos móveis ou computadores. Também seguem as redes sociais, neste caso com diferenças de consumo entre segmentos de idade: uma média de 70% dos “mais velhos” (de doze e treze anos), repartida entre quase 75% as meninas e pouco acima de 68% os meninos; há ainda uma média de 43,6% entre as crianças de dez e onze anos, de 18,5% entre as de oito e nove, e de 6% entre as de seis e sete.

Estes dados são de um estudo elaborado pela Asociación para la Investigación de Medios de Comunicación, na base de entrevistas com mais de 5.000 crianças de toda a Espanha, que representam uma população de 3,6 milhões. Trata-se de um segmento da população quase “invisível” para as marcas e os media, que procuram utentes com possibilidade de consumo e de adesão, mas o estudo revela que as crianças também possuem algum poder social, pela influência que exercem sobre esses decisores.
Embora sem estudo comparável, é de admitir que a situação entre as crianças portuguesas não seja muito diferente.

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O Prémio pela Liberdade de Imprensa de 2018, dos Repórteres sem Fronteiras, foi atribuído, na categoria de Coragem, à jornalista indiana Swati Chaturvedi; na de Impacto, ao jornalista de Malta Matthew Caruana Galizia; e na de Independência, à jornalista filipina Inday Espina-Varona. Um Prémio especial, denominado “O espírito dos RSF”, foi atribuído à jornalista britânica Carole Cadwalladr.

Pela primeira vez na sua história, estes prémios foram declarados em Londres, no decurso de uma cerimónia realizada na Getty Images Gallery e apresentada por Lindsey Hilsum, da Channel 4 News. Entre os presentes encontravam-se Eve Pollard, da delegação dos RSF em Londres, Lyse Doucet, da BBC, o dissidente chinês Wu’er Kaixi e dois anteriores laureados, o jornalista turco Can Dündar e a jornalista síria Zaina Erhaim.

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Um site de desinformação a operar em Portugal teve, só no mês de Outubro, mais de 939 mil partilhas dos seus textos no Facebook. Chama-se “Bombeiros 24”. Quem entrar pelo Google encontra um anúncio a um serviço falso: “Bombeiros 24 horas”. A sua página no Facebook tem por título “Bombeiros Portugueses”  - e quase 300 mil seguidores. A maior parte dos conteúdos é proveniente de um falso jornal de crime. “Nos seus links, várias pessoas ‘perdem a vida’, outras são apanhadas a traficar droga, outras desaparecem, outras fingem ‘ter cancro’, há gatos torturados e asfixiados, crianças vítimas de abuso em hospitais.”

É este o exemplo que abre uma reportagem do Diário de Notícias sobre o negócio da desinformação em língua portuguesa, utilizando personalidades públicas portuguesas e beneficiando, com milhares de euros pagos pela publicidade do Google, agentes... portugueses. O site “Bombeiros 24” está registado em França e “espalha, nos computadores de quem o visita, um tipo específico de software malicioso  - um affiliate, que permite aos administradores do site receber dinheiro de empresas de vendas online.”

O que há de novo

No debate que continua, sobre a nova directiva europeia de direitos de autor, Richard Gingras, vice-presidente da Google para as relações com a indústria dos media, sugere que o texto aprovado em Setembro pode ter “efeitos imprevistos”. Segundo afirma, a última versão do Artigo 11  - que permite aos editores exigirem uma remuneração pela utilização de extractos dos seus conteúdos por plataformas como a Google News ou o Facebook -  contém uma definição dos sites “demasiado larga”, e propõe, antes, que os editores possam decidir “suspender” a aplicação do chamado “direito vizinho”.

Essa versão pode mesmo eliminar o acesso a determinadas fontes, beneficiando editores já instalados, em prejuízo dos media pequenos ou emergentes. Em entrevista ao diário Le Monde, que aqui citamos, afirma que a sua empresa está “empenhada no apoio ao jornalismo de qualidade” e que será melhor que os editores mantenham o controlo e “possam decidir, como hoje, se desejam disponibilizar os seus conteúdos pela Google Search [o motor de busca na Web] ou pela Google News [motor de busca de actualidades].

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O diário francês Le Monde apresenta, desde 12 de Novembro, o seu site renovado, com o mesmo endereço www.lemonde.fr e uma página de entrada que é também a mesma, seja qual for o suporte de acesso e a condição do utente, assinante ou não. Uma peça noticiosa, que aqui citamos, descreve esse acesso como sendo agora mais simples e adequado ao volume de conteúdos disponível  - que chega a ser de mais de centena e meia de novos textos por dia.

O processo de reformulação foi concebido pela redacção e equipas técnicas do jornal, que apresentaram, no final de Julho, uma versão experimental a uma parte dos internautas, recolhendo lição dos seus comentários e contribuições.

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As jornalistas Cândida Pinto e Helena Garrido vão integrar a nova Direcção de Informação da RTP, por proposta de Maria Flor Pedroso, que foi aceite pela administração. Cândida Pinto deixa, portanto, a SIC, onde estava desde o início da estação. Helena Garrido fez a sua carreira no jornalismo económico, tendo sido subdirectora do Diário Económico e directora do Jornal de Negócios, e é comentadora de temas de Economia na estação pública.

Maria Flor Pedroso, que foi nomeada directora de Informação da RTP na sequência da demissão de Paulo Dentinho, já convocou o Conselho de Redacção e lembra que faltam ainda "questões processuais" – como o parecer positivo da ERC - para que "a nova equipa seja uma realidade".

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A Global Media comunicou aos trabalhadores das empresas que detém  - nomeadamente o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias e a TSF -  que o subsídio de Natal será pago até ao dia 14 de Dezembro, e não com o salário de Novembro, como era habitual. A informação interna, divulgada por e-mail, reconhece que o ano de 2018 foi adverso para a comunicação social, “tanto no que respeita a circulação como no investimento publicitário em imprensa escrita e rádio”, o que teve “evidente impacto na situação económico-financeira da empresa e em particular na tesouraria”.

Segundo o Jornal de Negócios, que aqui citamos, os problemas estarão relacionados com o investimento em projectos que não correram da melhor forma, como uma plataforma de apostas e uma outra de vídeo. Paulo Rego, que tinha o pelouro destes projectos, deixou de integrar a comissão executiva da Global Media  - onde era vice-presidente e representava o accionista macaense KNJ, com 30% do capital -  mas mantendo-se como administrador não executivo.

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Por solicitação do Presidente da Assembleia da República, a ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social vai estudar, de forma sistematizada e global, o problema da desinformação online, com o objectivo de abrir caminho para futura lesgislação.
O resultado do trabalho da ERC será “um documento com o seu pensamento estratégico sobre essa matéria”, a remeter ao Parlamento, que fará “o aprofundamento dessa reflexão e debate”.

O deputado José Magalhães, do Partido Socialista, já sugeriu à Comissão Parlamentar de Cultura que se inicie no Parlamento um debate sobre o assunto. As fake news, como disse, merecem dos deputados portugueses “mais atenção”.

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A organização Repórteres sem Fronteiras colocou à venda uma edição de fim-de-ano do álbum “100 Fotos pela Liberdade de Imprensa”, desta vez dedicada à causa da preservação da biodiversidade. O trabalho é assinado pelo fotógrafo francês Vincent Munier, especializado na recolha de imagens da vida animal.

Nascido no departamento de Vosges, na Lorena, o autor declara que teve “a sorte de crescer numa região onde a natureza impõe a beleza dos seus caprichos sazonais, e de descobrir estas paisagens com o meu pai, que me ensinou a respeitar a quietude do mundo selvagem enquanto me iniciava na fotografia”.

O álbum agora publicado  - com a intenção de aparecer junto dos pinheiros de Natal -  é povoado de imagens de Inverno e de neve, com ursos castanhos da península russa de Kamtchatka, lobos brancos e bois almiscarados do Ártico, panteras do planalto tibetano, pinguins do Antártico e muitos outros animais.

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O Ministério Público requereu o julgamento de sete jornalistas da SIC, “arguidos pela prática de um crime de desobediência”. Nos termos da nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, que não refere directamente a estação de Carnaxide, os arguidos “decidiram teledifundir em canal televisivo uma reportagem que efectuaram e supervisionaram, e cujo conteúdo consistia, em grande parte, na reprodução ilícita de peças processuais do denominado processo ‘Operação-Marquês’, sem autorização dos visados e Magistrados titulares do processo”. Os factos ocorreram em Abril de 2018.

Segundo o Sol, que aqui citamos, “a SICdivulgou gravações dos interrogatórios a José Sócrates e outros arguidos e testemunhas da ‘Operação Marquês’; logo a seguir à divulgação destas peças, o MP instaurou um inquérito, que foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção penal de Lisboa”.

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As revistas impressas nunca tiveram tanta audiência como agora e vão continuar a viver, não são substituíveis  -  foi afirmado no VII Fórum de Revistas, uma realização anual da ARI – Asociación de Revistas de Información  com a Coneqtia - Asociación de Prensa Profesional. O encontro permitiu aos profissionais do sector das revistas uma troca de impressões com anunciantes, agências e empresas envolvidas num negócio que nem mesmo a combinação da crise económica com a dos media pôde eliminar.

Pela sua própria estrutura e configuração, as revistas continuam a ser um produto de valor capaz de conviver e complementar-se com o mundo digital  - afirmou Miguel Ángel Oliver, o secretário de Estado da Comunicação de Espanha, segundo o qual ler revistas torna-se “o momento mais agradável do dia”.

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