Quarta-feira, 20 de Setembro, 2017
O Clube

Candidaturas ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia até 15 de Setembro

 
O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é a nova iniciativa promovida pelo Clube Português de Imprensa (CPI) em parceria com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.

Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Trata-se, pois, de um novo Prémio que, de acordo com o respectivo Regulamento (que inserimos noutro espaço deste site) se destina “a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, em suporte papel ou digital”. 

Obrigatoriamente “os trabalhos devem ter Macau como tema principal e serem enviados ao CPI ou ao JTM, para apreciação, até 15 de Setembro”.

Este Prémio de Jornalismo, com periodicidade anual, “surge no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de Plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

Recorde-se que o Clube Português de Imprensa, com fortes tradições em Prémios de Jornalismo -  de que foi pioneiro nos anos 80 -, participa, ainda, noutra parceria com o Centro Nacional de Cultura (CNC) e a Europa Nostra ao instituir. desde 2013, o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural, que distinguiu no ano passado o ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço e Jean Plantureux, conhecido como Plantu, famoso cartoonista do jornal francês “Le Monde” .

O Prémio foi entregue, desde 2013, ano em que foi lançado, a nomes tão prestigiados das Letras e das Artes, como os  escritores Claudio Magris e Orhan Pamuk, este Nobel da Literatura, e o músico Jordi Savall.

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é outro passo importante num projecto sempre renovado,  traçado pelo Clube Português de Imprensa.

 (Leia na íntegra o Regulamento do Prémio de Jornalismo da Lusofonia noutro espaço deste site)

                            

 

 

 

Connosco
Imprensa espanhola pode estar à beira da extinção por imobilismo suicida Ver galeria

Os diários espanhóis perderam, em poucos anos, cerca de 50% da circulação e 60% da sua receita publicitária. No mesmo período foram suprimidos 15 mil postos de trabalho de jornalistas, mas todos os anos saem seis mil novos licenciados das várias escolas de comunicação. “Já temos grandes cidades sem jornais impressos”  - avisou recentemente Juan Luís Cebrián, presidente executivo da PRISA. A conclusão que se segue pode parecer alarmista, mas é a que escolheu, para título do seu texto, Miguel Ormaetxea, editor de Media-tics: “A Imprensa caminha para a sua extinção num imobilismo suicida”.

Para o director do "El Pais" Antonio Caño a verdade no jornalismo é inimiga do populismo Ver galeria

“A busca da verdade é a única coisa que dá sentido a um jornalista”. O jornalismo livre, independente e de qualidade está em perigo, o que deixa também em perigo a democracia representativa. A crise que pôs em causa a sobrevivência do jornalismo responsável não é só do modelo de negócio, é uma crise de credibilidade que coloca no mesmo patamar as opiniões e a realidade dos factos. É aqui que entram as redes sociais, em cujo “ruído” as pessoas se sentem livres para escolher como verdade aquilo em que já acreditavam, mesmo que seja desmentido. É este o núcleo da reflexão de Antonio Caño, director de El País, em entrevista ao Público.

O Clube

Está formado o Júri que vai apreciar os trabalhos concorrentes ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído pelo Clube Português de Imprensa (CPI) e pelo Jornal Tribuna de Macau (JTM),  com o apoio da Fundação Jorge Álvares.

O Júri será presidido por Dinis de Abreu, em representação do CPI, e integrado pelos jornalistas José Rocha Diniz, fundador e administrador do Jornal Tribuna de Macau, José Carlos de Vasconcelos, director do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, Carlos Magno, pela Fundação Jorge Álvares e por José António Silva Pires, também do CPI.


ver mais >
Opinião
Na semana passada aconteceu o que há muito se esperava – um dos maiores grupos de comunicação anunciou que vai encerrar ou vender a maior parte dos seus títulos de imprensa. A braços com um endividamente gigantesco, acaba por reconhecer que as receitas que obtém, quando existem, são insuficientes para inverter a situação criada ao longo de anos. O cenário actual complica tudo: é devastador folhear um jornal...
Falhada a emissão obrigacionista, sabia-se que algo teria de acontecer na Impresa, em função do elevado nível do seu endividamento. A entrevista de 12 páginas publicada na revista do Expresso com António Costa, sem nenhuma novidade que justificasse tamanho relevo, acompanhada de uma invulgar chamada de capa  a 5 colunas (além da própria capa integral da revista)  já deixava perceber um critério editorial pouco...
Peter Barbey, actual proprietário (desde 2015) do The Village Voice, anunciou em 22 de Agosto o fim da edição impressa do semanário nova-iorquino, após 62 anos de publicação, continuando a ser produzida a versão digital. A edição impressa – gratuita desde há 21 anos -  tinha actualmente uma tiragem de 120 mil exemplares, enquanto a versão digital, segundo a comScore (empresa de análise de...
Balsemão e o jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
O grupo Impresa passa por algumas dificuldades, constando que irá vender, ou fechar, certas revistas. Mas essas dificuldades não devem levar-nos a esquecer que Francisco P. Balsemão é um destacado empresário da comunicação social. Chegou a primeiro-ministro, mas a sua paixão era e é o jornalismo. Por isso, enquanto chefe do grupo Impresa, soube compreender e até promover a independência editorial dos seus...
O Rumo da Europa
Luís Queirós
Na minha opinião, as declarações da Sra Merkel na Baviera - proferidas no rescaldo da cimeira do G7, em Taormina- podem ser o sinal de uma mudança de rumo para a Europa. No essencial, a Sra. Merkel sentenciou que "os europeus têm de cuidar de si próprios e resolver os seus problemas, e que a Europa tem de continuar a manter boas relações com  os Estados Unidos e com ao Reino Unido, mas também com outros países,...
Agenda
21
Set
Westminster Media Forum
09:00 @ Londres, UK
25
Set
4º Workshop de Pós-Graduação em Ciência da Informação
09:00 @ Faculdade de Letras da Universidade do Porto
25
Set
Atelier de Jornalismo Televisivo
09:00 @ Cenjor, Lisboa
02
Out