Quinta-feira, 27 de Julho, 2017
O Clube

Prémio de Jornalismo da Lusofonia instituído pelo Clube Português de Imprensa e Jornal Tribuna de Macau

 
O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é a nova iniciativa promovida pelo Clube Português de Imprensa (CPI) em parceria com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.

Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Trata-se, pois, de um novo Prémio que, de acordo com o respectivo Regulamento (que inserimos noutro espaço deste site) se destina “a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, em suporte papel ou digital”. 

Obrigatoriamente “os trabalhos devem ter Macau como tema principal e serem enviados ao CPI ou ao JTM, para apreciação, até 15 de Setembro”.

Este Prémio de Jornalismo, com periodicidade anual, “surge no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de Plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

Recorde-se que o Clube Português de Imprensa, com fortes tradições em Prémios de Jornalismo -  de que foi pioneiro nos anos 80 -, participa, ainda, noutra parceria com o Centro Nacional de Cultura (CNC) e a Europa Nostra ao instituir. desde 2013, o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural, que distinguiu no ano passado o ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço e Jean Plantureux, conhecido como Plantu, famoso cartoonista do jornal francês “Le Monde” .

O Prémio foi entregue, desde 2013, ano em que foi lançado, a nomes tão prestigiados das Letras e das Artes, como os  escritores Claudio Magris e Orhan Pamuk, este Nobel da Literatura, e o músico Jordi Savall.

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é outro passo importante num projecto sempre renovado,  traçado pelo Clube Português de Imprensa.

 (Leia na íntegra o Regulamento do Prémio de Jornalismo da Lusofonia noutro espaço deste site)

                            

 

 

 

Connosco
Repórter de guerra em Mossul confessa-se sem ilusões na cobertura dos conflitos Ver galeria

Um jornalista brasileiro que foi ver o que sobrava da “Primavera Árabe”, em 2013, e cobriu depois, como freelancer, o que se passa no Iraque e na Síria, conta como é ser repórter de guerra. Yan Boechat voltou há pouco tempo e foi entrevistado pela Agência Pública, no Rio de Janeiro, na abertura da exposição de fotos “A Batalha por Mossul”, que trouxe da cidade onde passou sete meses acompanhando a guerra entre o “Estado Islâmico” e as forças armadas iraquianas. Toma o seu trabalho a sério mas não tem ilusões. O que um repórter pode fazer na frente é importante, diz, mas não vai mudar o mundo nem tem poder para parar o conflito. A entrevista é reproduzida no Observatório da Imprensa, com o qual mantemos um acordo de parceria.

“The Guardian” interage com os leitores para conhecer as suas preferências Ver galeria

Uma das grandes questões que se põem aos editores dos jornais, em especial nos tempos que correm, é a de saber o que desejariam os leitores encontrar nas suas páginas. O diário britânico The Guardian optou por fazer-lhes directamente essa pergunta e está a experimentar uma pequena secção de consulta pública, no final de determinados artigos, em que o leitor é convidado a dizer o que acha que está em falta, ou que desejaria ver mais explicado. A experiência começou em Março, a resposta é positiva e está a ser usada no seguimento dos temas tratados.

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O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é a nova iniciativa promovida pelo Clube Português de Imprensa (CPI) em parceria com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.

Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Trata-se, pois, de um novo Prémio que, de acordo com o respectivo Regulamento (que inserimos noutro espaço deste site) se destina “a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, em suporte papel ou digital”. 


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