Sexta-feira, 21 de Junho, 2019

Quem Somos

Clube Português de Imprensa (CPI) faz parte integrante do movimento associativo do sector.

À época, foi um projecto inovador, visando criar um forum multidisciplinar para reflexão e debate das questões nucleares ao exercício do jornalismo e às boas práticas nos media. 
Com esse enquadramento foram desenvolvidos vários modelos de intervenção, desde ciclos de conferências a jantares-debate, edições especializadas sob a forma de Cadernos de Jornalismo e, ainda, em livro.
Os Prémios de Jornalismo - Reportagem, Fotorreportagem e "Cacha" -, outra iniciativa em que o Clube foi pioneiro, distinguiram ao longo de vários anos numerosos jornalistas pelos seus trabalhos. Mais tarde, o elenco de Prémios foi alargado a Crónicas de Viagem, Ensaio (este reservado a estudantes de Comunicação Social), além de Carreira.
O Clube veio ainda a produzir um programa semanal de televisão - Clube de Imprensa -, na RTP2, que se manteve durante alguns anos.
Mais recentemente, o CPI promoveu ciclos de jantares-debate, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário.
Celebrou, por fim, protocolos, além da RTP, com a Agência Lusa, a AIEP - Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal e ainda com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário.


Connosco
António Carrapatoso: concorrência distorcida em comunicação social fraca Ver galeria

O País “que vai a votos” não está bem, segundo António Carrapatoso, e a sua comunicação social também não está.
Nosso mais recente convidado, o gestor e empresário António Carrapatoso afirmou que o País “não está bem” porque a forma como a sociedade está organizada e funciona “não permite aproveitar e desenvolver as capacidades dos portugueses”.

Quanto à comunicação social que temos, definiu-a como “uma instituição fraca, que não cumpre suficientemente o seu papel do ponto de vista do interesse do cidadão” , por não ser suficentemente independente, inovadora e diversificada.
“A sua qualidade, acutilância, capacidade de investigação, de escrutínio e explicativa, estão aquém do desejável”  - disse.

Sobre as causas desta situação, a seguir à reduzida dimensão do mercado, apontou a “concorrência distorcida”, as deficiências da regulação e legislação e motivos de outra ordem:

Em sua opinião, não se faz mais para mudar porque “muitos partidos e líderes políticos estão contentes com a situação actual, não querem uma comunicação social verdadeiramente independente, investigadora, escrutinadora e qualificada”;  e ainda porque os próprios cidadãos “não ligam assim tanto à importância da comunicação social”  - motivo porque também "não fazem subscrições que poderiam fazer".
ERC aprova e Rádio Observador vai começar a emitir "muito em breve" Ver galeria

A Rádio Observador, cujo lançamento esteve previsto para a data do quinto aniversário do diário digital com o mesmo título, a 22 de Maio, vai finalmente entrar em funcionamento. Segundo notícia que citamos do jornal Observador, a transmissão será em 98.7 FM, na Grande Lisboa, “a curto prazo também no Porto e noutras zonas do país, e online”.

Conforme também aqui foi referido, o projecto já estava pronto naquela data, “faltando apenas o ‘visto’ da ERC, entidade à qual compete por lei autorizar a nova estação”. Poucos dias depois, a 28 de Maio, era assinada a Deliberação ERC/2019/150 [AUT-R], que autoriza as alterações solicitadas pela sociedade Observador on Time, S.A., para criar a Rádio Observador, a partir da antiga Rádio Baía – Sociedade de Radiodifusão, Lda.

A notícia do Observador não indica ainda a data exacta do início de emissão, mas conclui que “muito em breve teremos mais novidades. Estamos quase no ar.”

O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
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