Sexta-feira, 20 de Setembro, 2019

História breve do Clube

O Clube Português de Imprensa (CPI) foi fundado em 1980, congregando jornalistas e gestores de empresas de media.

Na primeira acta da Assembleia Geral fundadora do Clube, datada de 17 de Dezembro, consta a lista dos primeiros corpos sociais eleitos.

Dois jornalistas prestigiados à época, Norberto Lopes e Raul Rego, aceitariam presidir, respectivamente, à Assembleia Geral e ao Conselho Fiscal. 

A lista dos corpos sociais incluiria ainda os nomes de Vítor Direito, Pacheco de Andrade, Freitas Cruz, José Manuel Barroso (Assembleia Geral);  Francisco da Costa Reis, José Eduardo Moniz, Helena Marques e Mário Mesquita (Conselho Fiscal);  Dinis de Abreu, Carlos Barbosa, Nuno Rocha, Marcelo Rebelo de Sousa e Diogo Pires Aurélio (Conselho Directivo).

O projecto dos Estatutos, pelos quais o CPI ainda hoje se rege, foi de Marcelo Rebelo de Sousa.

Entre as primeiras iniciativas, deliberadas nessa Assembleia fundadora, figuravam três debates, cujos temas centrais abrangiam as relações da Imprensa e o Poder, a gestão das empresas jornalísticas, o ensino de jornalismo e a carteira profissional dos jornalistas.

Eram ainda instituídos três Prémios de Jornalismo: Reportagem, Fotojornalismo e “Cacha”. Outros se seguiriam mais tarde, formando  um conjunto de incentivos, onde o CPI foi pioneiro, na valorização do jornalismo e dos jornalistas.

Nessa acta consagra-se, também, que o jornalista Francisco Pinto Balsemão seria considerado sócio-fundador, “logo que cesse as suas funções governativas”, por ter sido “um dos principais animadores do projecto”.

O impulso original  para o lançamento do CPI coube a Carlos Barbosa e a Dinis de Abreu, logo secundados por Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Pinto Balsemão.

À distância de 35 anos, a História do Clube tem etapas inesquecíveis, designadamente  a atribuição do Diploma pelo qual foi reconhecido como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, conforme despacho publicado no Diário da República  de 18 de Abril de 1989, assinado pelo então Primeiro Ministro,  Aníbal Cavaco Silva.

Connosco
Jornalismo deve unir experiência à aptidão tecnológica dos jovens Ver galeria

Há muitos profissionais seniores  que foram afastados  das redacções nos últimos anos, mas os mais jovens, recém saídos das universidades, não foram também poupados.

Se  juntarmos a experiência dos antigos repórteres com a facilidade dos mais jovens no manejo das  novas tecnologias, teremos a receita ideal para assegurar a cobertura jornalística adequada a um preço baixo.

A crise de emprego exige organização, e  não se pode deixar escapar nenhuma oportunidade   oferecida   a quem queira  continuar na profissão,  como defende Carlos Wagner, no artigo publicado no Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual o  CPI mantêm um acordo de parceria.
Segundo o autor, já não é possível encontrar um emprego fixo nas redacções dos grandes jornais, rádios ou televisões. Por isso,  exige-se aos mais jovens  que criem o seu próprio emprego.

Seis conselhos para abordar o jornalismo de soluções Ver galeria

Os editores  são essenciais para a orientação das redacções  no quadro de  um jornalismo de soluções. Podem influenciar a mentalidade dos jornalistas responsáveis, a ponto de mantê-los motivados e orientados para alcançar   objectivos comuns.

Num trabalho publicado pela Fundação Gabo,  elaborado com base na   Rede de Periodismo de Soluciones, são apresentadas seis directrizes, para acompanhar os jornalistas na transição.

O primeiro tópico, trata da escolha dos líderes nas redacções, onde é salientada a importância de existir uma figura forte que possa inspirar, mobilizar e manter o foco da equipa.

No segundo tópico, chama à atenção para a criação de novos hábitos de modo a não dar margem a desvios, mesmo perante a pressão de notícias de última hora.

O Clube


Retomamos este site do Clube num ambiente depressivo para os media portugueses. Os dados da APCT  que inserimos noutro espaço, relativos ao primeiro semestre do ano, confirmam uma tendência decrescente da circulação impressa, afectando a quase totalidade dos jornais.

Pior: na maior parte dos casos a subscrição digital está longe de compensar essas perdas, havendo ainda situações em vias de um desfecho crítico.


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Opinião
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As limitações do nosso jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
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Uma das coisas em que a informação sobre o mercado publicitário português peca é na análise das contas que são ganhas pelas agências de meios aqui em Portugal. Volta e meia vejo notícias do género a marca X decidiu atribuir a sua conta de publicidade em Portugal à agência Y. Quando se vai a ver, o que aconteceu é que a marca internacional X decidiu num qualquer escritório em Londres, Paris ou Berlim,...
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