Segunda-feira, 22 de Abril, 2019

Membros

Os Fundadores

O Clube Português de Imprensa (CPI) regista no seu histórico um elenco de sócios fundadores prestigiados, entre os quais se incluiam os nomes de Norberto Lopes, Vitor Direito, Raul Rego, Francisco Sousa Tavares, Francisco da Costa Reis, já desaparecidos, além de Marcelo Rebelo de Sousa, Carlos Barbosa, Dinis de Abreu, Diogo Pires Aurélio, José Eduardo Moniz, Mário Mesquita, Helena Marques, Caetano Pacheco de Andrade, António Freitas Cruz, José Manuel Barroso ou Nuno Rocha.

Do grupo de fundadores, foram vários os que deram os seu importante contributo, desde logo, na formatação do Clube e nos primeiros Corpos Sociais.Todos fazem parte do património afectivo do CPI.
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Quem pode ser membro?

De acordo com os Estatutos podem ser sócios efectivos do Clube Português de Imprensa, jornalistas profissionais e gestores de empresas de comunicação social, após aprovação da Direcção.
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Pedido de inscrição

Nesta área do Site do Clube Português de Imprensa (CPI) pode fazer o seu pedido de inscrição como sócio. Para tal basta enviar um email para clube.portugues.imprensa@cnc.pt
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Actualização de dados

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Connosco
Agravam-se as restrições à liberdade de Imprensa - segundo os RSF Ver galeria

A situação da liberdade de Imprensa continua a degradar-se em muitos países, por todo o mundo. O ódio aos jornalistas degenerou em violência, o que leva a um aumento do medo na profissão.
É esta a síntese inicial da edição de 2019 do Ranking Mundial da Liberdade da Imprensa, dos Repórteres sem Fronteiras, agora divulgada.

“Se o debate político desliza, de forma discreta ou evidente, para uma atmosfera de guerra civil, onde os jornalistas se tornam bodes expiatórios, os modelos democráticos passam a estar em grande perigo”  - afirma Christophe Deloire, secretário-geral da referida ONG.

“O número de países onde os jornalistas podem exercer com total segurança a actividade profissional continua a diminuir, enquanto os regimes autoritários reforçam o controlo sobre os meios de comunicação.” De acordo com este relatório, apenas 24% dos 180 países e territórios analisados apresentam uma situação considerada “boa” ou “relativamente boa”.

A Noruega mantém, pelo terceiro ano consecutivo, o primeiro lugar no ranking, com a Finlândia na segunda posição e a Suécia na terceira. Portugal subiu para o 12º lugar, ficando imediatamente acima da Alemanha, da Islândia e da Irlanda.
José Ribeiro e Castro: "Sofremos de uma periferia mental" Ver galeria

Portugal precisa de fazer três reformas atrasadas, e a primeira é a reforma eleitoral, para “devolver a democracia à cidadania, resgatar e salvar a democracia do declínio em que está e que nós sentimos, eleição após eleição”  -  afirmou José Ribeiro e Castro no ciclo de jantares-debate promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, sob o tema “Portugal: Que País vai a votos?”.

As outras duas são a do território, num País que é “um deserto administrativo”, e a do Estado, para o tornar “mais barato e eficiente” e realmente “dimensionado às capacidades do País”.

Segundo o nosso convidado, Portugal precisa ainda de dois propósitos, o mais urgente do combate à pobreza, o mais ambicioso de “atingir a média europeia em vinte anos”.

Finalmente, precisamos de realizar estes projectos assumindo a nossa condição europeia, em relação à qual continuamos a sofrer de uma “periferia mental”, que "é pior do que a geográfica, porque aqui não há auto-estrada que valha".
O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
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O caso Assange dura há quase sete anos. Agora, com a sua expulsão da embaixada do Equador em Londres e consequente prisão pela polícia britânica, o caso entrou numa nova fase. É possível que Assange venha a ser extraditado para os Estados Unidos (o que ele não quer) ou para a Suécia (o que ele agora prefere, embora tenha recusado essa possibilidade há sete anos).  Também se fala muito da mudança do poder...
Muitos responsáveis pela comunicação e marketing de várias marcas defrontam-se quotidianamente com um dilema: será que ainda vale a pena fazer publicidade em televisão? O investimento ainda compensa? A dúvida é legítima – mas antes de mais nada é preciso definir bem o objectivo e o alvo da campanha. Uma coisa é anunciar para jovens urbanos até aos 25 anos, outra é para responsáveis de compras...
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Augusto Cid, uma obra quase monumental
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Abr
Social Media Camp
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27
Abr
30
Abr
Social Media Week: New York
09:00 @ Nova Iorque, EUA
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Mai
SEO para Jornalistas
09:00 @ Cenjor,Lisboa
03
Mai
V Congresso Literacia, Media e Cidadania
09:00 @ Aveiro, Portugal