Segunda-feira, 24 de Junho, 2019

  

Francisco George no ciclo "Portugal: que País vai a votos?"

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O próximo orador convidado do ciclo "Portugal: que País vai a votos?", a 21 de Maio, será Francisco George, um prestigiado médico, especialista em Saúde Pública, actual presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, empossado em finais de 2017, após ter desempenhado as funções de director-geral da Saúde, a partir de 2005 e durante mais de uma década.
O ciclo é promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de cultura e o Grémio Literário.
Francisco Henrique Moura George, nascido em Lisboa a 21 de Outubro de 2947, frequentou, de acordo com a sua biografia oficial, o Colégio Valsassina.
Licenciado em Medicina, com Distinção, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em 1973, foi interno de Medicina Interna dos Hospitais Civis de Lisboa no Hospital de Santa Marta e completou, em 1977, o Curso de Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública de Lisboa, tornando-se especialista em Saúde Pública.

Transparência gera polémica entre "Russia Today" e YouTube

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A classificação de “transparência” recentemente aplicada pelo YouTube foi contestada pelo ramo francês da Russia Today, que denuncia um procedimento de “dois pesos e duas medidas”. Desde 17 de Maio, determinados vídeos divulgados por aquela plataforma digital passaram a ser etiquetados com uma pequena frase que indica se são provenientes de uma fonte de “serviço público” ou financiados “por um governo estrangeiro”.

A nuance entre estas duas expressões é criticada pela RT France (ex-Russia Today), que está a ser designada como “financiada inteira ou parcialmente pelo governo russo”  - enquanto o mesmo não sucede, por exemplo, relativamente à BBC News ou à France 24.

Xenia Fedorova, presidente da RT France, afirma que a estação “nunca escondeu a sua fonte de financiamento” e deplora que as outras duas, uma subvencionada pelo Reino Unido, e a outra pela França, sejam etiquetadas como “serviços públicos” em vez de, também, “financiadas por um governo”.

"Observador" lança rádio digital e novas revistas

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O diário digital Observador apresenta formalmente a Rádio Observador, projecto que estava previsto há vários meses e tinha sido anunciado, pela M&P, para Novembro de 2018. Na altura era anunciada como sendo “uma rádio de informação, emitida em digital mas também em FM, provavelmente com uma frequência em Lisboa e outra no Porto”.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa acompanha de perto o lançamento e participa numa “conversa sobre temas da actualidade”, na qual responde às questões dos convidados.

Agravou-se violência contra as jornalistas mexicanas

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Os seis anos de mandato presidencial de Peña Nieto, no México, foram caracterizados “pela impunidade da violência contra as mulheres jornalistas, que é quotidiana e estrutural”. Durante este período, de 2012 a 2018, a Cimac – Comunicación e Información de la Mujer registou 448 agressões de todo o tipo, incluindo onze assassínios. “Foi o sexénio mais violento, com maior número geral de jornalistas assassinados”  - afirmou Lucía Lagunes, directora daquela organização de direitos civis.

Os autores foram “agentes do Estado”  - governadores, militantes de partidos, polícia e militares, e a procuradoria criada para investigar estes crimes contra jornalistas teve um “resultado zero: nenhuma detenção, nenhuma investigação; esta procuradoria consente que as agressões se repitam”  - acrescentou.

Esta informação foi divulgada na apresentação do mais recente relatório da Cimac, em sessão organizada pela Cátedra Unesco de Comunicação da Universidade de Málaga, com o apoio da Asociación de la Prensa de Madrid, com a qual mantemos um acordo de parceria.

Meio século depois da alunagem o valor do jornalismo científico

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Vai fazer 50 anos, no dia 20 de Julho, a primeira descida de uma nave com tripulação humana sobre a superfície da Lua. Seis horas depois da alunagem, já a 21, o comandante Neil Armstrong foi o primiro homem a pisar o solo do nosso satélite. O sucesso da missão Apollo 11, e das outras cinco missões lunares que a seguiram, teve um enorme impacto sobre a Humanidade.

“Do ponto de vista mediático, o colossal interesse público que o voo da Apollo 11 suscitou  — estima-se que um em cada seis habitantes do planeta assistiu pela TV ao momento em que Neil Armstrong desceu lentamente pela escada do módulo lunar até pousar os pés na superfície do satélite —  consolidou um público ávido por acompanhar a exploração do espaço.”

Cinquenta anos depois, as perspectivas de colonização do Sistema Solar continuam distantes, e a cobertura de astronomia e exploração espacial teve de mudar muito. “Mas, para quem tem o coração nas estrelas, continua sendo uma actividade apaixonante.”

A reflexão é de Pablo Nogueira, jornalista e editor da Scientific American Brasil, membro da Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência. No Observatório da Imprensa, com o qual mantemos um acordo de parceria.

"New York Times" experimenta personalização de conteúdos

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Com três milhões e meio de assinantes digitais, The New York Times tem uma redacção que edita cerca de 250 artigos diferentes por dia. Por muita qualidade que tenham, nenhum leitor individual conseguirá, ou estará interessado em lê-los todos. É aqui que entra a “personalização de conteúdos”, que também este diário começa a desenvolver  - um pouco à semelhança do que fazem a Netflix e o Spotify, por exemplo.

Nenhuma destas plataformas vai alterar o guião dos seus filmes ou a letra das suas canções para agradar a cada utente. Não é disso que se trata; simplesmente recomenda a cada um o que poderá desejar consumir.

Do mesmo modo, o NYT não vai redigir versões diferentes dos artigos para cada leitor, em função dos seus interesses ou ideias, mas sugerir-lhe, depois de ler o que procurou, outros que tenham a ver com as suas preferências.

A informação é de Miguel Ángel Ossorio Vega, em Media-tics.

"WhatsApp" reconhece falha

Breves

O Financial Times divulgou recentemente a existência de uma falha no WhatsApp. A vulnerabilidade detectada permite aceder ao conteúdos do telemóvel e instalar um spyware, um software espião. Desta forma, os hackers podem entrar no telefone e efectuar chamadas através do WhatsApp. Desconhece-se o numero de utilizadores afectados pela falha, mas o Facebook já recomendou aos 1.500 milhões de utilizadores da app que a actualizem, instalando a sua última versão.

"Elas ao Volante" está de volta

Breves

O projecto Elas ao Volante, desenvolvido pela Delas e pela Motor24, para a Mercedes Benz Portugal, está de volta com “novas rubricas, novos temas e novas convidadas”. O projecto, que está a ser renovado, apresenta novos conteúdos que pretendem “abordar temáticas relevantes, dar dicas e conhecer um pouco mais sobre o lado feminino na arte da condução e da manutenção do automóvel”. Os conteúdos são produzidos “sempre a pensar numa perspectiva feminina, nos gostos das mulheres portuguesas e no que querem verdadeiramente saber sobre o mundo automóvel”.

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O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
Sejam de direita ou de esquerda, há uma verdadeira inflação de políticos no activo - ou supostamente retirados - ,  “vestidos” de comentadores residentes nas televisões, com farto proveito. Alguns deles acumulam mesmo os “plateaux” com os microfones  da rádio ou as colunas de jornais, demonstrando  uma invejável capacidade de desdobramento. O objectivo comum a todos é, naturalmente,  pastorearem...
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“Fake news”, ontem e hoje
Francisco Sarsfield Cabral
Lançar notícias falsas sobre adversários políticos ou outros existe há séculos. Mas a internet deu às mentiras uma capacidade de difusão nunca antes vista.  Divulgar no espaço público notícias falsas (“fake news”) é hoje um problema que, com razão, preocupa muita gente. Mas não se pode considerar que este seja um problema novo. Claro que a internet e as redes sociais proporcionam...