Sexta-feira, 20 de Setembro, 2019

Protocolos

O Clube Português de Imprensa procurou, desde o primeiro momento estabelecer parcerias que correspondessem e se enquadrassem nos seus fins estatutários. Nesse sentido, e ao longo do tempo foram assinados acordos de grande importância para o Clube.

São acordos assinados com Centro Nacional de Cultura, em cuja sede está alojada a associação, com a Agência Lusa, a Rádio Renascença, a Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal, a Associação Portuguesa de Imprensa e o Grémio Literário.

Estes acordos têm permitido ao Clube Português de Imprensa, não apenas dar publica notícia da sua actividade, como também promover iniciativas conexas, designadamente, ciclos de jantares-debate por onde têm passado personalidades relevantes da vida portuguesa. Neste projecto, convergiram ao nível da parceria o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário contando, ainda, com o apoio, em termos de divulgação  da Agencia Lusa, da Rádio Renascença e de outros orgãos de comunicação social, que, embora não integrando esta linha de parcerias,  têm contribuído para reforçar a visibilidade da iniciativas do Clube. Este ciclo de jantares-debate contou , no último ano, com o patrocínio da Fundação Millennium BCP.
Mais recentemente, o Clube celebrou uma nova parceria com o Jornal Tribuna de Macau, visando o lançamento do Prémio de Jornalismo da Lusofonia, uma iniciativa conjunta.

Connosco
Jornalismo deve unir experiência à aptidão tecnológica dos jovens Ver galeria

Há muitos profissionais seniores  que foram afastados  das redacções nos últimos anos, mas os mais jovens, recém saídos das universidades, não foram também poupados.

Se  juntarmos a experiência dos antigos repórteres com a facilidade dos mais jovens no manejo das  novas tecnologias, teremos a receita ideal para assegurar a cobertura jornalística adequada a um preço baixo.

A crise de emprego exige organização, e  não se pode deixar escapar nenhuma oportunidade   oferecida   a quem queira  continuar na profissão,  como defende Carlos Wagner, no artigo publicado no Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual o  CPI mantêm um acordo de parceria.
Segundo o autor, já não é possível encontrar um emprego fixo nas redacções dos grandes jornais, rádios ou televisões. Por isso,  exige-se aos mais jovens  que criem o seu próprio emprego.

Seis conselhos para abordar o jornalismo de soluções Ver galeria

Os editores  são essenciais para a orientação das redacções  no quadro de  um jornalismo de soluções. Podem influenciar a mentalidade dos jornalistas responsáveis, a ponto de mantê-los motivados e orientados para alcançar   objectivos comuns.

Num trabalho publicado pela Fundação Gabo,  elaborado com base na   Rede de Periodismo de Soluciones, são apresentadas seis directrizes, para acompanhar os jornalistas na transição.

O primeiro tópico, trata da escolha dos líderes nas redacções, onde é salientada a importância de existir uma figura forte que possa inspirar, mobilizar e manter o foco da equipa.

No segundo tópico, chama à atenção para a criação de novos hábitos de modo a não dar margem a desvios, mesmo perante a pressão de notícias de última hora.

O Clube


Retomamos este site do Clube num ambiente depressivo para os media portugueses. Os dados da APCT  que inserimos noutro espaço, relativos ao primeiro semestre do ano, confirmam uma tendência decrescente da circulação impressa, afectando a quase totalidade dos jornais.

Pior: na maior parte dos casos a subscrição digital está longe de compensar essas perdas, havendo ainda situações em vias de um desfecho crítico.


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Opinião
O chamado “jornalismo de causas “  voltou a estar na moda. E sobram os temas:  a “emergência climática”,   assumida por António Guterres enquanto secretário geral da ONU,  numa capa caricata da “Time”;  o “feito” de uma adolescente nórdica,   que atravessou o Atlântico num veleiro de luxo -  a pretexto de assim  reduzir o impacto ambiental -, para participar...
As limitações do nosso jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
J.-M. Nobre-Correia, professor emérito de Informação e Comunicação da Universidade Livre de Bruxelas, escreveu no “Público” um artigo bastante crítico da qualidade do actual jornalismo português. Em carta ao director, uma leitora deste jornal aplaudiu esse artigo, dizendo nomeadamente: “Os problemas, com que se defrontam no dia-a-dia os cidadãos, não são investigados, em detrimento de...
Uma das coisas em que a informação sobre o mercado publicitário português peca é na análise das contas que são ganhas pelas agências de meios aqui em Portugal. Volta e meia vejo notícias do género a marca X decidiu atribuir a sua conta de publicidade em Portugal à agência Y. Quando se vai a ver, o que aconteceu é que a marca internacional X decidiu num qualquer escritório em Londres, Paris ou Berlim,...
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Radio Broadcasters Convention of Southern Africa
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Out
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Out
Mipcom
09:00 @ Cannes, França