Sobram as incógnitas…
Cumprida a pausa que respeitamos habitualmente neste site por ocasião das festividades de Natal e de Ano Novo, eis-nos de regresso, revigorados e com um reforçado empenho neste espaço partilhado pelo Clube Português de Imprensa com associados e público em geral, interessados nos media e no jornalismo.
É uma tarefa sempre incompleta perante os múltiplos desafios que estão sobre a mesa. Quando se trata da Imprensa em suporte de papel, já não é surpresa a queda continuada das tiragens, expressão fiel dos constrangimentos de circulação e dos novos hábitos de leitura e de informação.
Pior: a Vasp, única distribuidora de jornais, mantém pendente a ameaça de suspender a distribuição em rotas menos rentáveis, ou seja, no desertificado interior do País.
Mesmo os jornais digitais já conheceram melhores dias, acossados pela concorrência das redes sociais e de outras plataformas globais, cada vez mais agressivas.
Neste contexto, onde apenas o audiovisual sobrevive com alguma folga e preserva apreciável notoriedade, as perspectivas são naturalmente sombrias, agravadas pelo advento da Inteligência Artificial, se os jornalistas não souberem ou não puderem pô-la ao seu serviço.
Sobram as incógnitas para 2026.
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